Será que o torto se endireita? |
Muito já foi dito e escrito sobre o jovem árbitro da Somália. Um dos melhores valores africanos, com imensa experiência internacional, sobretudo ao nível das competições de clubes da CAF, mas também a mostrar qualidades na fase final da CAN-2025, que se disputou há meio ano em Marrocos.
Sem surpresa designado, há três meses, para integrar o contingente continental de juízes para o Mundial. Repito, há três meses. Um tempo de construir sonhos, respirar futebol, preparar corpo e mente para a exigente tarefa de dirigir encontros nas Américas.
Um sonho tornado realidade, que Artan nunca escondeu ser o objetivo de uma vida e de uma carreira profissional.
A FIFA tem, nos seus oficiais, uma das classes mais importantes e decisivas para dignificar as principais competições e, para mais, um Mundial reforçado em número de equipas, de países organizadores, de cidades e de estádios. Tem obrigação de cuidar dos seus árbitros de modo transversal e inequívoco.
Independentemente da intransigência dos processos de admissão de estrangeiros em território dos EUA, competiria sempre ao organismo gestor do futebol mundial a responsabilidade de assegurar que todos os seus integrantes do setor da arbitragem teriam salvo-conduto para ultrapassar burocracias.
Se é verdade que, em comparação com o que sucedeu há oito anos, na Rússia (Vladimir Putin liberou fronteiras para permitir uma verdadeira festa do futebol mundial), Donald Trump fecha o país a sete chaves e coloca em causa a credibilidade do segundo maior evento desportivo mundial (e, atenção, em 2028 o primeiro terá........