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Muito mais do que a bola ao cesto

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28.02.2026

Em 1984, o Atlético de Queluz, na altura com um projeto importante no basquetebol português, fez história ao conseguir o apuramento para uma competição europeia. Os jogos no pavilhão junto aos Bombeiros Voluntários tinham casa cheia garantida, e a capacidade de recrutamento do conjunto do concelho de Sintra projetava o emblema além-fronteiras.

A competência do Queluz estendia-se à equipa técnica, que integrava um jovem promissor, diligente e talentoso. Chamava-se (e chama-se…) Carlos Barroca.

A viagem a Pardubice (na antiga Checoslováquia) marcava um momento importante do clube e ainda mais significativo no caminho a seguir pelos seus responsáveis.

Sublinho este episódio para, desde logo, deixar claros dois aspetos: que conheço Barroca desde essa altura, e que o tempo não mudou, afinal confirmou e reforçou a ideia que dele tenho enquanto profissional desde sempre ligado à sua modalidade do coração.

E esta prosa tem a ver com o treinador, com o gestor e com o agora candidato a presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB). Já lá vão os tempos de outros guerreiros, com menos exposição e muito menos meios, e chega a altura de encarar de modo organizado, estratégico e profissional a gestão de um jogo no qual, independentemente de não terem ainda surgido os resultados de........

© A Bola