Cheiro a napalm pela manhã |
O fim do jogo entre FC Porto e Sporting, da primeira mão da meia-final da Taça de Portugal, veio lembrar-nos, se fosse preciso, como o futebol português continua a chapinhar, com a indiferença de quem dele deveria zelar, num pântano de acusações graves, suspeitas, desvalorização de comportamentos condenatórios e, sobretudo, completo desrespeito pela integridade do jogo.
A noite fechou com Frederico Varandas a ensaiar uma espécie de cântico, que facilmente será elevado a hino por turba composta de espectadores inocentes a fanáticos de seita. «Cobarde, cobarde, cobarde», atirou o presidente do Sporting, num insulto baixo a André Villas-Boas, mais adequado a outros locais e circunstâncias.
O que terá mudado, então, em pouco mais de 48 horas para que Frederico Varandas passasse a chamar ao presidente do FC........