É o Benfica, sem qualquer surpresa! |
Acaba o clássico e a sensação que fica é que, embora tenha corrido alguns riscos, o FC Porto controlou a partir do 1-0. Pouco ou nada se importou com conclusões redutoras ou a ideia de vitória moral extraída pelo rival, que vislumbrou um par de oportunidades flagrantes e ainda viu sustentado o argumento do penálti sobre Barreiro. Ironia das ironias, os meios foram mais importantes para Mourinho e companhia do que o próprio fim.
A crise existe, no entanto, a miragem de um outro resultado não deixa que ganhe contornos sufocantes. Além de no epicentro, claro, estar um dos melhores da história, ainda que há muito tenha saltado em andamento para apeadeiros em que esse comboio dificilmente irá parar.
Dizia eu: acaba o clássico e a imagem que me surge é de um coletivo, em que as coisas podem ser simples, mas não deixam de fazer sentido, a superiorizar-se a uma soma de jogadores, sem qualquer tipo de química entre si. Pelo perfil sim, e pela forma como os distribuem em campo.
Claro que o Benfica se apresentou organizado, unido pelo objetivo primário de não sofrer golos. Contudo, mais à frente, não foram assim tão poucos os momentos em que foi cada um por si a tentar ligar com Pavlidis. Aliás, tem sido esse o caminho que as águias têm percorrido, em contraciclo com os rivais e os maiores de outras ligas.
Enquanto o coletivo, com expoente máximo em PSG, Arsenal e Bayern, e a um nível menor, pela perda de alguma identidade, no Manchester City, parece ter virado finalmente paradigma — as........