Portugueses andaram a saltar entre o querer e o poder, mas a desilusão chama-se FC Porto |
O SC Braga está finalmente a fazer-se. Haja paciência, critério e decisões cirúrgicas, e nas próximas épocas poderão ser dados passos definitivos para a mudança de estatuto. Aquela que o seu presidente tanto deseja, mas que, tal como os antecessores, não conseguiu ainda oferecer aos adeptos.
É preciso acertar muito e falhar pouco, pensar além do amanhã, embora o caminho nunca tenha estado tão à vista. Não são só as meias-finais europeias que o provam, são vários momentos altos ao longo da temporada, alguns com resultado visível, outros um pouco mais a apontar para a vitória moral, que somos obrigados a aceitar como provas da força do processo.
Falta consolidação e regularidade — o que é perfeitamente normal num ano de mudança de paradigma —, e profundidade para jogar em várias competições com armas semelhantes e idêntica capacidade de ferir. Vicens trouxe uma ideia que os jogadores abraçaram, houve calma da direção para resistir às primeiras dores de crescimento e manter treinador e modelo.
Houve mérito de se ter conseguido distinguir de outros maus arranques no passado. Há cada vez mais jogadores com talento e que, ainda por cima, encaixam no tecido coletivo, debaixo da liderança de João Moutinho e de Ricardo Horta. Aos 39 anos, resta saber que a linha temporal do médio continuará a ser paralela durante mais algum tempo à nova filosofia bracarense.
No que diz respeito ao futuro mais próximo, vem aí o Friburgo, acabado também de........