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Marco Silva e o mais puro caos no Benfica

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17.07.2026

Uma semana é o que falta para o Benfica se estrear na Liga Europa, na Suíça, diante de um Saint Gallen que pode não possuir o mesmo nível de talento individual e coletivo, mas se expressa de forma sempre desconfortável para os adversários: pressão alta e agressiva, e um futebol bem vertical.

A identidade foi maturada durante seis temporadas pelo alemão Peter Zeidler e afinada nos últimos dois anos pelo compatriota Enrico Maassen, que falhou na primeira experiência na Bundesliga, em Augsburgo, e preferiu depois experimentar uma realidade competitiva que lhe permitisse lutar por títulos fora do seu país. O sucesso não lhe voltou a escapar. Sagrou-se duas vezes vice-campeão e conquistou o primeiro troféu em 26 anos para o emblema mais antigo ainda em atividade no país: a Taça.

Há um mês, o Benfica estava atrasado. E, através do seu presidente, não só garantia que o clube não tinha ficado à espera do treinador que ia e daquele que viria como também se desculpava que o mercado estava parado por culpa do Mundial. Rui Costa dizia-o já depois de o Sporting ter revolucionado todo o meio-campo com reforços e de o FC Porto ter resolvido uma das carências da última temporada, com a entrada de André Silva, tranquilizado no restante pelo título de campeão recuperado. Hoje, não há adjetivos para esta pré-época inenarrável das águias, talvez mesmo a pior do presidente encarnado. É o caos absoluto e o pior é que já não surpreende ninguém.

Depois de terem gasto nas últimas épocas........

© A Bola