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Não preciso que me ames, basta que me respeites

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16.06.2026

O título de campeão 2025/26 foi, já aqui o disse, muitíssimo importante e saboroso. Decisivo, mesmo. Depois de 42 anos de Pinto da Costa, era crucial perceber se o FC Porto mantinha a sua identidade conquistadora ou se, pelo contrário, estaríamos condenados a uma travessia do deserto de resultados, especialmente no futebol.

A segunda época de André Villas-Boas como presidente esclareceu as dúvidas de forma categórica.

O futebol foi a modalidade mais vitoriosa do clube, com magníficos requintes históricos. Foi uma época estrondosa. Somos campeões em todos os escalões (um feito raríssimo no futebol português, que tem de ser glorificado como algo de extraordinário), temos uma equipa feminina que subiu duas vezes de divisão em apenas dois anos de existência, criámos a equipa de futsal sénior. Melhor do que isto, é impossível. A hegemonia escreve-se com três letras: FCP. E duas cores: azul e branco.

É uma época notável, que não aconteceu por acaso. Não se perde e não se ganha por acaso. Perdemos quando o adversário é melhor. Ganhamos porque somos melhores do que o adversário. E, no futebol, isso aconteceu sempre. Ganhámos. Foi um sucesso planeado meticulosamente, com níveis de exigência, profissionalismo e competência só ao alcance do FC Porto.

Somos o único clube a conquistar o título de campeão nacional de futebol em todos os escalões. E conseguimos esse feito extraordinário por três vezes. Continuamos a abrir caminho para novas gerações de futebolistas, impregnados de ambição e sede de vitórias. Somos os melhores na........

© A Bola