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O que preocupa o partido? Roteiro do dia 2 do congresso

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18.02.2018

Afinal, o que fará Rui Rio? Entendimentos com o PS, ou não? No discurso de abertura, o novo líder disse não a um Bloco Central, mas acrescentou que há bloqueios do país que só se resolvem com consensos. Este sábado, numa entrevista à Antena 1, concretizou: não há tempo, até 2019, para materializar as reformas necessárias, “mas há tempo para se darem os primeiros passos, assinarem declarações de intenções para se pôr em andamento o início das reformas”, disse.

A aproximação ao PS foi, claro, o tema central no dia 2 do congresso – sendo raro o congressista que, no palanque, não se referisse ele. E, sem surpresa, acabou por ser uma linha vermelha traçada por Luís Montenegro: “No dia em que nos juntarmos a este PS bloquista vamos capitular”.

A verdade é que Costa tem dossiês na mão, à espera de Rio (fundos europeus, descentralização, etc.). E Rio deixou pistas dos dossiês que prefere: justiça, sistema político e reforma do Estado. Cabe-lhe, no discurso de encerramento, dar o primeiro passo.

Se os consensos são divisivos no PSD, Nuno Morais Sarmento, de novo vice-presidente do partido, subiu ao palco para pedir um empurrão do Presidente da República: que Marcelo identifique “os bloqueios do país”, abrindo caminho à “discussão” sobre que compromissos são necessários. Sarmento diz que fez o mesmo........

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