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Brasil, vontade e capacidade de reformar

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09.11.2018

Os mercados financeiros torceram pela derrota de Fernando Haddad e das suas políticas despesistas, contra reformistas e antiprivatizações, mas não estiveram a favor de Bolsonaro, quer pelo seu histórico de posições contra reformistas e antiprivatizações, quer pelo radicalismo do seu discurso. No entanto, o ‘mal menor’ de ter Bolsonaro como presidente acabou por gerar algum otimismo entre os investidores.

Para esta mudança de sentimento terá contribuído a escolha do ultraliberal Paulo Guedes para conselheiro (agora ministro), o que amenizou alguns receios sobre as posições económicas de Bolsonaro, embora a conversão ao livre mercado não esteja totalmente clara face às divergências internas que persistem, com vários elementos relevantes do elenco presidencial contra as privatizações e contra a........

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