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Uma grande… “burrada”

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13.07.2018

Já lá vão muitos anos que esta estória aconteceu. Aconteceu mesmo e porque os anos não devem apagar a História, nem as estórias, ela aqui vai, em jeito de crónica repassada de humor, para que o vosso fim de semana decorra com um sorriso.

Tal como acontece ainda hoje, fazer o recenseamento da população angolana, num território tão extenso como Portugal, França, Espanha e Itália juntos, não é tarefa fácil. E a dificuldade vem de longe, do tempo da governação portuguesa em Angola, especialmente nas zonas distantes das cidades, no mato, como se diz ainda hoje. Por esta razão os chefes dos postos administrativos, não raramente passavam essa tarefa aos seus subalternos, em especial aos denominados aspirantes que eram assim uma espécie de pau para toda a obra. Foi exactamente um desses “paus para toda a obra” que, num qualquer posto administrativo do distrito da Huíla, no sul de Angola, foi encarregado de fazer o dito recenseamento.

Carrinha do posto preparada, folhas de recenseamento colocadas na pasta,........

© JM Madeira