We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close
Aa Aa Aa
- A +

Avaliar com tempo

1 0 5
13.07.2018

Uma das razões principais do grande salto que a Madeira deu nestas primeiras quatro décadas de Autonomia, foi sem dúvida a ESTABILIDADE POLÍTICA E SOCIAL.

Uma é sempre consequência da outra.

Ambas são imprescindíveis ao Desenvolvimento Integral.

Mesmo quando, como no caso da Madeira, o quadro jurídico envolvente, quer o constitucional, quer o legal, é claramente colonialista, não nos permite os instrumentos para um progresso ainda maior.

Estabilidade que resultou do exercício pelo Povo Madeirense daquelas Suas Liberdades por enquanto adquiridas. Foi a vontade soberana do Povo Madeirense que escolheu os sucessivos Governos Regionais.

Não foi uma “estabilidade” imposta à força, pela via de qualquer repressão ou autoritarismo anti-democráticos.

A estabilidade política resultou de o Governo Regional, autonomista e social-democrata, sem hesitações, dúvidas ou perdas de tempo com formalismos ou com questões secundárias, ter avançado a investir no combate aos gravíssimos principais problemas sociais que afectavam a maioria esmagadora da população madeirense. Esta, na situação da mais atrasada no Portugal já com a configuração de 1975.

Os resultados positivos obtidos traduziram-se numa paz social, dada a confiança ganha junto do Povo. Até porque, a par, também com sucesso, seguia-se um percurso de entendimento tripartido nas políticas de salários e de emprego, um “contrato de confiança” acertado e vivido em termos práticos por Governo Regional, Trabalhadores e Empresários.

O Governo autonomista era apoiado pela maioria inequívoca da Opinião Pública, quer na sua política de obtenção de fundos financeiros, quer na sua política........

© JM Madeira